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EM UMA DÉCADA A COPARTICIPAÇÃO NOS PLANOS DE SAÚDE AUMENTOU 300%

  1. Nesse artigo você vai entender sobre coparticipação dos convênios
  2. Vai entender os custos que o paciente tem ao escolher você como médico
  3. Vai saber porque é fundamental ter um trabalho de marketing médico

Há dez anos atrás somente 8,3 milhões de pessoas tinham co-participação no plano de saúde, hoje são 24 milhões de usuários!

Para quem não sabe o que é a coparticipação nos planos de saúde: é um valor adicional que o usuário paga ao utilizar o plano que ele já paga! Então, a cada consulta, exame ou cirurgia são cobrados dos usuários um percentual (ou o valor integral, dependendo da cobertura do plano).

E o que isso tem a ver com marketing médico? 

TUDO!!! 

1) O paciente tem um custo monetário para agendar uma consulta

Ao ter uma limitação no uso do plano de saúde o paciente que tem convênio será muito mais seletivo na escolha do seu médico. A escolha deixa de ser uma escolha aleatória como poderia acontecer sem a coparticipação e passa a ser muito mais criteriosa, pois o usuário irá arcar com com uma porcentagem dos custos. Se a consulta for marcada com um médico que ele não gostou, ou que não resolveu o seu problema, é um tremendo de um desperdício, certo? Certo! Mas a coisa é ainda pior!

2) O paciente tem um custo trabalhista financeiro ainda mais alto por escolher faltar para realizar uma consulta

Cresce a cada dia o número de empresas que bonificam os funcionários por assiduidade, ou seja: aquele funcionário que falta, por qualquer motivo que seja, mesmo com justificativa/atestado, perde pontos e deixa de receber um bônus no final do mês.

Você pode estar se perguntando: é sério isso? Perde bonificação por ir num médico? SIM! É isso mesmo! (entenda)

As empresas estão cada vez mais preocupadas com a produtividade dos funcionários, e uma boa forma de você dificultar a falta do funcionário e lhe dar um bônus no salário que se extingue se o mesmo faltar. Como é um bônus e não faz parte do salário o empregador pode descontar, mesmo se o funcionário apresentar um atestado, já que o valor descontado não faz parte do salário.

Esses fatores reduzem e muito o número de consultas nos consultórios, afinal, o paciente não perder sua coparticipação na empresa, além de ter que pagar uma porcentagem sobre o plano de saúde nas consultas.

3) Manter o emprego tem um peso muito grande para o paciente, mesmo que este esteja doente

Outro ponto fundamental é a questão da empregabilidade: o cenário de crise dificulta ainda mais as pessoas a faltarem para procurarem um médico por medo de “perderem pontos” e parecerem indiferentes ao trabalho.

Esses três fatores somados justificam em partes a queda que muitos médicos tiveram na agenda nos últimos anos.

Depois de tudo isso, fica claro como é importante ter um trabalho de marketing relevante para atrair o maior número de pacientes e convencer aqueles que precisam de um médico, que você é a melhor escolha, dentre tantas opções e decisões que o mesmo tem que tomar.

 

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