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No marketing médico é mais importante site ou redes sociais?

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No marketing médico é mais importante site ou redes sociais?

Essa pergunta é muito comum nos clientes que desejam iniciar ou melhorar sua gestão de marketing.

Antes de tudo é preciso analisar o público alvo quem é seu cliente?

Essa resposta é muito peculiar, pois na teoria de marketing a definição de um cliente, seria definir quem é o paciente em si, sendo somente quem entende muito bem da área médica sabe que não funciona bem assim.

Vamos imaginar um oftalmologista que seu foco seja em cirurgias de catarata, teoricamente o paciente seriam pessoas com mais de 50 anos de idade, homens e mulheres. No entanto nem sempre ou em boa parte dos casos, não é o paciente que irá procurar o serviço, muitas vezes sãos os filhos, netos ou genros que pesquisam onde o paciente será tratado.

O paciente que vai realizar uma cirurgia de catarata precisará de um acompanhante para realizar os exames pré-operatórios e em 80% dos casos é a mesma pessoa que pesquisou o nome do médico que está atendendo o paciente.

Portanto neste caso o público alvo não é bem o paciente, mas sim seus familiares.

Outro ponto interessante é que quando se trata de marido e mulher, em 70% dos casos é a esposa que procura atendimento médico para os maridos, via de regra homem não costuma ir em médico, somente quando os sintomas estão insuportáveis, é a mulher que uma visão mais preventiva da saúde.

Novamente o público alvo fica distorcido e podemos pensar em atingir as esposas, para atrair o paciente masculino.

Essa falta de clareza em identificar quem realmente é o público alvo em medicina que distancia as agências de marketing tradicionais de uma especializada em saúde.

Depois dessa análise podemos pensar em qual a melhor forma de se comunicar com este público alvo, como vamos escrever os textos, que tipos de imagens utilizar, e quais mídias podem ser mais interessantes.

Mas a pergunta é site ou redes sociais?

A resposta é DEPENDE!

Hoje o paciente é ominchanel, ou seja, muitos canais de comunicação, as vezes sua publicidade atinge o cliente na pesquisa pelo Google, mas não gera o agendamento de uma consulta, porém depois de algumas semanas a mesma pessoa se depara com um anuncio seu no Facebook, a pessoa percebe que já conhece a marca, muitas vezes não se lembra nem da onde, mas sabe que conhece e sente maior confiança, e acaba agendando a consulta.

Qual ferramenta foi mais efetiva? A resposta é ambas, porque o processo de consumo não é algo direcional, pontual, é um conjunto de ações, que vão direcionar o paciente para sua clínica ou consultório.

Outro ponto chave é identificar através de expertise qual o melhor formato para cada especialidade, com 12 anos de mercado já sabemos de antemão qual a melhor estratégia de comunicação e quais as melhores ferramentas para diversas especialidades.

Nosso conhecimento é resultado de uma década trabalhando dentro de clínicas e convênios, e outros 12 anos com marketing médico, conhecendo de ponta a ponta todos os envolvidos no processo.

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